CRISES E CRISÁLIDAS: algo de novo há de surgir!
   ERA UMA VEZ...

 

Depois de muito tempo sem escrever por opção. Dando tempo ao tempo... Tempo de  crédito às mudanças que poderiam vir. Imaginei crisálidas abertas pelo esforço de novas borboletas surgindo de larvas que pudessem voar e modificar nossos ares. Nem novos ares, nem vôos seguros, nada. Nem pouca mudança, nem mais decência. Só as crises aéreas, da bolsa e das bolsas, se avistam no horizonte.  Das aéreas muito se falou e até foi preciso uma enorme tragédia para que viesse à tona muita água nas pistas. Pistas que continuam aparecendo. Cenas de muita indignação e de pouca dignidade no trato com a coisa toda. Todos desejosos de permanecer a qualquer custo. Custe o que custar. Custo que vai aumentar muito, incluindo jovens de mais idade na bolsa. Para ajuda de melhoria na ascensão social. Tomara! Que venham muitos outros.  Deus que nos livre tomar os assentos dos que já subiram. Ninguém quer descer ou apear, como diz o gaúcho. A pé, ou motorizado, os que estão embaixo quase sempre não sobem. Deveriam crescer pelo trabalho e estudo. Crescei e multiplicai-vos. A bolsa sobe e desce. A outra bolsa é onde se multiplicam ações que faz crescer artificialmente dinheiro para alguns. As ações necessárias, aquelas que são importantes para o desenvolvimento pelo trabalho e estudo parecem tardar. Mas, estamos, creio, que não tardiamente, espectadores de um processo de revelação. Revelam-se fatos isolados que assumem importância pela ligação entre eles. Sentimentos contraditórios que ligam pessoas que pareciam isoladas. Ações de um certo grau de infantilidade que mostram crianças eternas. Existe a birra, o beicinho, não brinco mais se sair desse lugar. Vou embora mas levo a bola comigo e daí não tem mais jogo. Buú, bah!  Eu me escondi e fui descoberto; me aguarda que agora sou eu que vou te pegar... Olha minhas unhas e dentes que vai ter pra vocês! Unhas e dentes, de cachorro, que ataca transeuntes indefesos nas ruas e também de lobo no mato ou nas planícies, savanas, sertões e planaltos. Quando pensamos em lobo, surge na memória o Chapeuzinho Vermelho. Vamos recordá-la  em homenagem às crianças de maior idade. A cor do chapeuzinho não importa, nem sei se foi usado chapéu nas ultimas fotos.Vermelho por corar de vergonha é possível, mas esse motivo parece estar fora de moda. Bem, nesta história, era uma, uma, uma, uma vez. Ufa! Muitas enfim... Havia uma loba e um lobista que tinha uma casa. E não havia vovó, somente titio. O titio era de bom partido. A loba parece que atacou e deu o bolo. E o lobista parece que deu bola.  E muitas construções sobre a história foram se fazendo, incluindo a carta. Bem na véspera das decisões maiores sobre o final da história, surge a carta e lembra do horror da cestinha da loba. Loba má? O que há dentro dela? Uma caixa de Pandora, de onde serão retiradas as misérias e desgraças para o mundo, como castigo para os humanos?  Seria um mundo pra lamentar...  Existirão muitas histórias, não tão infantis, a serem reveladas? Materiais jornalísticos explosivos? Revista de menino brincando já está nas bancas e com imagens reveladoras, dizem alguns...  Surgirão os caçadores no final da história apesar da ameaça da cestinha da loba? Só o futuro revelará o final da história que somos testemunhas e que não acabará amanhã.  Era uma vez.... uma, duas, três... muitas crises pra lamentares. 



Escrito por Corina às 13h54
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